Archive for Abril 2014

Exogenesis. Visual novel que pega referencias a Phoenix Wright e Zero Escape.


Graças ao Kickstarter, vários grupos iniciantes conseguiram lançar seus projetos, pelo fato do sistema permitir receber doações de seus apoiadores para assim o grupo conseguir verba suficiente para abrir seu projeto.

O Kickstarter anda sendo muito usado para quem deseja ganhar verba para a construção de um jogo, onde nesse caso anda sendo bem satisfatório. E nesse caso não é diferente. Uma visual novel esta nesse processo de recebimento de verba no Kickstater, o nome da visual novel é Exogenesis e mesmo sendo uma visual novel ocidental, ela apresenta muitos elementos famosos de visual novels como Phoenix Wright e Zero Escape, alem de uma arte muito boa.

No meu blog o meu foco são jogos japoneses, ou seja feitos no Japão. Porém como cada vez mais desenvolvedores de visual novel no ocidente andam aparecendo e seus projetos terem a mesma experiencia de qualquer visual novel, nada mais que justo do que comentar esses jogos nesse blog também. Afinal eles mantem a essência de um bom jogo e jogos bons não são determinados pela sua nacionalidade.


O jogo se passa num futuro pos-apocalíptico. Os personagens do jogo são caçadores de recompensas, onde dentre eles está Yudai o protagonista da historia. Ele está em busca da "Arca de Noé", onde ele acredita que com esse tesouro ele pode ressuscitar sua irmã morta. O jogo além de ter varias escolhas e muitos finais como em qualquer visual novel, ele também vai ter puzzles para serem solucionados e assim avançar na historia.

Para que esse projeto ficar pronto o grupo pede $32,000 onde se tudo der certo eles vão poder concluir o jogo. Pelo que parece o jogo tem tudo pra ser uma boa visual novel. Espero que eles consigam a quantia necessária, visual novel boa sempre é algo bem vindo.

link: https://www.kickstarter.com/projects/2921787/exogenesis-post-apocalyptic-tokyo-adventure-visual

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Hora de falar sobre a Temporada de Primavera 2014.


Assim como qualquer temporada de animes acontece um ritual na internet chamado de "comentando a temporada". Nesse tipo de postagem, os blogueiros costumam falar de todos os animes de determinada temporada, colocando a foto de determinado anime e dando sua breve opinião. E com isso os blogueiros esperam que leiam suas opiniões, mas os leitores só vê as fotos dos animes novos, não leem nada da postagem e vão baixar o anime com foto mais interessante no Punch Fansubs e no Anima Kai.

Por motivos de bom senso (e por não ter tempo e paciência pra ver todos os animes) irei só comentar do que estou assistindo e o que achei interessante. A única coisa similar dessa postagem com dos outros blogs é sua inutilidade vá no AniChart e pesquise o que deseja ver. Enfim, como em qualquer temporada sempre temos o "destaque da temporada" que nesse caso é o anime dos personagens que fazem aquelas posses extremamente homossexuais: JoJo Bizarre.

Mas vamos por partes. Uma das coisas mais peculiares foi a quantidade de anime Shonen, mostrando que a temporada já começou boa. Tinha de tudo, desde animes de robôs gigantes, esportes, yu gi oh novo, entre outros. Captain Earth foi um anime que me surpreendeu muito na sua animação. Tudo é muito bem desenhado, parece até um longa metragem.


Com um anime de boa animação como Space Dandy, ter outro anime com uma animação impecável é algo sempre bem vindo. Mas mesmo um anime com todas essas qualidades tem algo que me incomodou, que foram os personagens. Os personagens são inseridos de maneira tão rápida e jogada que é difícil criar empatia com os mesmos. Isso fez eu parar de assistir o anime no primeiro episódio. Não que o anime seja ruim, mas não me despertou tanto interesse, além do protagonista fazer o desenrolar da trama não ter graça.

Um dos animes de esporte da Shonen Jump que chegam nessa temporada foi o Haikyuu, onde é um anime com um tema diferente das outras obras da Shonen Jump que é sobre amizade e superação.

A história se passa com o Hinata onde é um garoto baixinho e de voz fina que ainda não saiu do armário. Com medo de ter suas preferências sexuais descobertas pela escola, ele entra num clube de vôlei feminino para se esconder. Como as garotas desse clube eram fujoshis e os professores já sabem que o Hinata já gostava de outra fruta, deixaram ele entrar no vôlei feminino. Afinal ele é inofensivo não vai dar em cima de nenhuma garota; e realmente ele não deu em cima de ninguém.


Mas como todo yaoi tem que ter o seu romance, um certo dia Hinata vendo TV e escutando One Direction no seu iPod ele assistiu a uma partida de vôlei no qual ele ficou admirado com um levantador na partida. Com isso ele teve um sonho. Que era o de provar que garotos baixinhos e de voz fina podem se tornar bons jogadores de vôlei. Gostei da série e pretendo acompanhar nessa temporada. Curto animes de esporte, gosto bastante da temática desse tipo de animação. Apesar que pra esse tipo de obra, gosto mais de acompanhar o manga. Como estou fazendo com Hajime no Ippo e Haikyuu.

E mais um anime que estou acompanhando é o terceiro arco de JoJo Bizarre que foi finalmente animado para os tempos atuais. Nos primeiros arcos não curti tanto como foi no caso do manga, onde as lutas são bem mais tensas. Mas no caso da terceira parte gostei mais do desenrolar que na versão em manga. O que até me surpreendeu, pelo fato do primeiro episódio eu não ter gostado.

Nessa nova aventura mais uma vez se passa com um sucessor da longa linhagem dos Joestar. Só que dessa vez o inimigo volta a ser o Dio (Diva) que foi ressuscitado graças a ajuda de pescadores musculosos. O JoJo da segunda parte (que agora está velho) descobriu que o rei das trevas Dio voltou e pretende se vingar de toda família Joestar com posses extremamente homossexuais.


Com isso o JoJo decide ir para o Japão atrás de seu neto Jotaro que tem todos os elementos de um protagonista. Dentre eles Jotaro tem o elemento básico de qualquer protagonista, onde é começar a aventura sendo acordado pela mãe. Jotaro tem um grande poder que ele desconhece onde logo é explicado que esse poder desconhecido é chamado de Persona. E para aumentar os poderes de seu persona é necessário ele aumentar sua interação com as pessoas.

Com isso o delinquente Jotaro vai aumentando seus vínculos sociais e se tornando um personagem um pouco mais heróico. Depois do segundo episodio, a serie começou a mostrar o seu potencial e esse foi um dos motivos que me motivaram a acompanhar a serie. Se você não viu as duas primeiras partes não é necessário você ter obrigatoriamente visto para ver essa terceira parte.

É bom você ver para entender o passado da família Joestar. Mas no terceiro arco tudo é diferente, enquanto no primeiro e segundo arco é a luta contra seres vampíricos e os protagonistas usam o poder do Hamon. No terceiro o poder usado é o Stand que são seres que lutam pelos personagens. Mas se você quer entender um pouco do vilão basta ver a primeira parte.


E por último estou vendo o No Game No Life. Eu nem esperava muito desse anime, muito menos em assistir. Mas devido aos elogios da internet decidi assistir. Não é nada do que já estou acostumado a ver em animes chatos de ecchi, só que tem um detalhe; as referencias. O anime faz referências a jogos como Phoenix Wright e a mangas como JoJo Bizarre.

Mesmo não sendo uma de meus estilos favoritos, gostei do desenrolar dessa série. Vamos ver os próximos episódios, se manter o nível que nem o episódio 3 espero muito desse anime. Essas vão ser as séries que pretendo ver até o fim. 2 a 3 animes já é mais do que suficiente para se divertir com animes no final de semana. E antes de mais nada essa é apenas minha opinião sobre anime.

Vale lembrar que gosto mais de animes de ação. Então séries de slice of life são algo que dispenso. Tem outros dois animes que pretendo ver como Black Bullet e o anime do mesmo criador de Elfen Lied "Gokukoku no Brynhildr". Porém no momento estou sem paciência, esses 3 animes já bastam para me divertir.

Enfim o que você está achando dessa temporada de animes? E quais animes você está assistindo e recomenda?

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Visual Novel da brincadeira do 1ª de Abril vai ganhar jogo.


Como não tem nada de interessante pra comentar sobre o mercado ocidental de visual novel, nada mais justo do que comentar das novidades do que andam acontecendo no Japão; se não o blog fica morto.

Uma das curiosidades que andam acontecendo é na empresa Front Wing empresa criadora do jogo Grisaia, onde você já pode encontrar o primeiro jogo em inglês na locadora de torrents. No 1ª de Abril desse ano que já passou, eles fizeram a divulgação de uma brincadeira. Onde uma das personagens da visual novel Grisaia se transformava numa Mahou Shoujo.

E parece que essa brincadeira acabou agradando os japoneses otakus que gosta desses babados. Fazendo assim o jogo começar a ser produzido. Chiruchiru☆Michiru vai ser um spin-off da franquia de Griasaia, onde ele vai ser dividido em duas partes. A primeira vai lançar em setembro e a segunda parte em dezembro desse ano.

link: http://frontwing.jp/product/mgm/index.html

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Easy ou Hard? O que isso influencia no seu jogo?



Uma semana se passou e "praticamente" não teve muitas novidades interessantes sobre visual novels; pelo menos no ocidente. Já sabemos que Steins;Gate foi lançado e já pode ser adquirido por todos, inclusive quem baixa na locadora de torrents. Teria a nova temporada de animes para comentar, mas ainda está muito cedo para debater sobre isso. Enfim, o que sobra é fazer uma postagem opinativa a cerca de um tema em especifico que nesse caso seria se tratando de jogos.  

Na postagem opinativa anterior foi debatido sobre Waifu e as posses extremamente homossexuais de JoJo Bizarre, mas hoje irei debater um tema que presencio tanto nos jogadores de hoje, quanto dos leitores que participam da fanpage do blog. Onde o tema de hoje é discutir a respeito da dificuldade de um jogo. 

De acordo com o tema que o blog debate, acredito que grande parte daqui prefere jogos de RPG, então meio que chega a ser normal esse publico não gostar muito de jogos difíceis e sim jogos que apresentem uma historia e um envolvimento com o jogador. Mas sei que tem aqueles que gostam de jogar jogos desafiantes e que fazem questão de sempre melhorar seus records e desafiar dificuldades mais elevadas. 


Pude analisar esse comportamento em duas postagens que fiz na fanpage do blog a respeito da dificuldade de jogos. Uma delas foi a respeito da dificuldade do jogo Touhou, onde muitos diziam sofrer dificuldade até no Easy desse jogo. Enquanto uma pequena minoria costuma jogar em leveis bem mais elevados e começaram a falar como é absurdo jogar no Easy. 

No segundo caso, foi quando eu mostrei uma screenshot do jogo Hatsune Miku: Project Diva F (PSP), onde eu joguei no level Extreme (level mais alto) e tirei nota Great na musica. Onde o caso meio que se repetiu, e muitos meio que acharam o feito extremamente difícil ou impossível (no meu caso achei a dificuldade mediana).  

Pra min por exemplo jogar Touhou e Hatsune Miku: Project Diva no Easy é uma experiência totalmente sem graça. O Hard considero uma dificuldade bem aceita pra esses jogos, e o Extreme uma dificuldade para desafiar seus limites. Mas não vejo isso como uma impossibilidade feita para o jogador não vencer. Afinal se existe aquela dificuldade é que foi feita pra ser vencida. 


Logico que não vai ser fácil você superar essa dificuldade da noite para o dia, como qualquer jogo é necessário praticar. O que vejo muito é a pessoa jogar o jogo e quando encontra uma grande dificuldade ele o taxa como "impossível", sem ao menos tentar jogar mais algumas vezes. 
Dificuldade é algo que tem que ter em qualquer jogo. É uma forma de saciar o jogador quando tal desafio é superado. 

Entretanto realmente tem aqueles jogos que tem uma dificuldade "mal feita". Isso acontecia muito com jogos antigos onde não tinha um nivelamento no nível de dificuldade. Se você esta começando a jogar um jogo é normal você começar no Easy e assim ir subindo aos poucos caso queira aumentar a sua carga de desafio. 

E outra é você jogar um jogo, onde na primeira fase é tranquilo e do nada a dificuldade aumenta absurdamente como é no caso de Battletoads do Nintendinho. Hoje em dia os jogos tem um excelente sistema de nivelamento que fazem o jogador progredir ao longo do tempo. Mas mesmo assim nada disso adianta se o jogador não gosta de se frustrar jogando, onde faz assim muitas empresas terem que deixar o jogo absurdamente fácil.  



Nem cito muito os RPGs quando se trata de dificuldade, porque considero jogos desse tipo focado na imersão do jogador a aquele mundo e regras. Porém mesmo assim as vezes a dificuldade absurdamente fácil podem deixar o jogo chato de se jogar. Ao meu ver Pokémon é um estilo de jogo que é extremamente fácil de se jogar e chega a ser um jogo totalmente sem desafio. O ultimo jogo de Pokémon (oficial) que joguei foi o Pokemon Black & White 2. 

O jogo é excelente em relação aos outros jogos que joguei da franquia original do jogo. Tem tantas coisas novas e a imersão do mundo é tão boa que o jogo realmente diverte. Porém o jogo é extremamente fácil, é como se os criadores tivessem medo de te frustrar. O jogo muitas vezes ficava monótono por eu saber que não teria nenhuma dificuldade no próximo desafio. 

Mas é graças a essa facilidade e o jogo não trazer "frustrações" que torna o jogo tão agradável para uma grande parcela de jogadores. Em Pokémon a palavra perder quase que não existe no jogo. Você pode até perder uma partida contra um líder de ginásio, você vai perder dinheiro, mas a experiência ganha pelos Pokémons não será perdida. 



O jogo tenta dar aquela sensação que você esta sempre avançando, pra assim o jogador nunca se frustrar. Mesmo sendo algo que não curto, o jogo Pokémon continua sendo um jogo divertido e que sabe fazer esse esquema de não "frustrar" o jogador de maneira muito bem executada. Não é a toa que Pokémon é jogado por adultos e crianças até hoje. 

Então não acho estranho um jogador dizer que jogar Touhou é algo impossível. Uns preferem jogar pelo passatempo e pra se entreter e não quer passar por momentos frustrantes enquanto joga um joguinho. Da mesma forma que tem pessoas que gostam de jogar um jogo para se divertir e ter desafios.  Não vejo motivos para ter brigas em relação a isso, levar a serio se um cara joga melhor ou não que você é de uma bobagem monumental. Só que devido a essa grande leva de jogadores diferentes é importante saber fazer um nível de dificuldade que agrade tanto os que jogam em Easy e no Hard. 

Um dos jogos que vejo se ajustar muito bem a isso é Disgaea. Onde o jogo é um RPG estratégico, onde você pode chegar a leveis absurdos como o level 9999. Mesmo pra aqueles que não curtem um RPG estratégico por serem bem difíceis, Disgaea consegue nivelar bem o nível de dificuldade do jogo. 


Mesmo você sendo péssimo em jogos de SRPG o jogo é bem fácil de jogar e entender as regras. Além do fato do jogo ter um dos elementos que gostaria de ver mais nos jogos onde eu chamo de "buscar seu próprio desafio". Se você busca zerar o jogo, você vai ter um desafio padrão e pode até achar fácil. 
Mas o jogo reserva outros desafios, onde você não é obrigado a fazer como desafiar o "Item World" e até lutar com bosses secretos. Nesse ponto você determina o seu limite e é através disso que mesmo um jogador que não curte dificuldade, pode acabar sentindo vontade de elevar o nível de dificuldade, sem ser necessário o jogo mandar você fazer aquilo. 

Um exemplo de jogo que não acho um bom nivelador para um jogador iniciante é o Touhou. O que não curte se frustrar muito, vai basicamente jogar o jogo no Easy, vai sofrer e não vai jogar o jogo nunca mais. Mesmo o jogo tendo o "Practice Mode", não é todos que tem paciência para praticar para melhorar sua habilidade no jogo. Jogo de nave costumam ser bem difíceis, afinal grande parte são feito por japoneses e os mesmos já estão adaptados a esse nível de dificuldade.

Porém sempre existe a exceção a regra. Um bom exemplo é o Raiden II do PS1, que considero um jogo perfeito pra quem é iniciante em jogos de nave. Alem de ser um dos meus jogos favoritos desse gênero.


Mesmo com jogos muito difíceis e uns muito fáceis, o que podemos falar dessa atual fase dos games é que ela é boa. Antigamente jogar um joguinho você tinha que ter um perfil pré-definido de tolerância. Afinal naquela época não tinha essa imensidão de jogos com os mais variados estilos, gêneros e dificuldades. 
Hoje os jogos podem agradar a qualquer tipo de pessoa. Desde aquelas que gostam de jogar pelo desafio, pra aqueles que gostam da imersão de um jogo, assim como aqueles que jogam como um passatempo. Jogos difíceis sempre vão existir e jogos fáceis vão estar sempre ai, mas assim como um filme, desenho ou quadrinho existem gostos e cada um tem o estilo e jogabilidade que mais lhe agradam. 

Como esse é um tema que divide opiniões eu sempre gosto de escutar uma segunda opinião. Na sua opinião a dificuldade de um jogo influencia em alguma coisa na jogabilidade? Você acha que jogos muito fáceis prejudicam a indústria de games? De sua opinião e vamos alimentar o debate. 

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Waifu. A desgraçada doença do mundo otaku.


No universo dos fãs de animação japonesa é usado vários termos como Shonen, bishoujo, moe e etc. Dentre eles temos o Waifu onde é um termo que anda sendo muito usado pelos otakus brasileiros ultimamente.  Eu não fazia a menor idéia do que era isso, só que com certeza era besteira. Onde no final descobri que era uma besteira, mas também uma doença.

No mundo otaku é bem comum ter essa adoração pelo entretenimento. Um exemplo disso é o que teve recentemente antes do lançamento do anime de JoJo. Intitulado de JoJo Day os fãs começaram a postar suas fotos fazendo aquelas posses extremamente homossexuais do JoJo Bizarre "Hard Gay" Adventure. E como era de se esperar a maioria dos que fizeram isso eram homens. Afinal as mulheres têm bom senso.

Mas não era isso que eu estava falando e sim sobre Waifu. Waifu, a sua origem vem da palavra Wife que significa esposa. Onde no mundo otaku o waifu é usado pelo otaku masculino que diz que tal personagem de desenho animado japonês é sua esposa ou o amor de sua vida.


Os sintomas da doença começam quando o otaku declara que tal personagem é seu waifu, depois daí é uma queda sem fundo. A vítima começa a falar o nome do seu amor e a rir sozinho e caso você o questione ele vai te atacar violentamente que nem um hipopótamo quando vê alguém entrando no seu rio de lama.

Na verdade não tem nada de outro mundo no waifu é um fã como qualquer outro que leva aquilo para o nível da adoração. Gostar de um personagem ou um ator de filme é algo normal. Afinal tem comportamentos e virtudes que fazem você se identificar com ele. Porém ambos são personagens que não existem, são produtos pra fazer dinheiro. Assim como um show de Luan Santana, ele não ama você afinal ele não te conhece.

Assim como na animação japonesa, aquelas personagens ali que tem incrível apelação sexual ela é um produto, algo feito pra vender. O único que vai gostar que você seja um otaku waifu é o empresário. Para o empresário esse consumidor é aquele que mais vai dar lucros para a sua empresa. Esse vai ser o consumidor que vai comprar a maioria de seus produtos para assim alimentar a sua adoração. Já diz o ditado "tudo em excesso faz mal" pra esse caso também pode ser aplicado. Gostar de moe, ecchi, hentai e de acessar os safeboorus não é o problema. Você só está se entretendo no seu momento de lazer.


Mas desde o momento que isso começa a afetar seus estudos, sua vida pessoal e na sua vida profissional a partir desse ponto é necessário ter cuidado. E isso vale pra tudo inclusive pra você que quando está assistindo uma aula ou com os amigos não sai do celular por causa da porcaria do WhatsApp.

Provavelmente essa postagem deve estar te irritando, é normal. Ter algo que você gosta muito "atacado" faz a pessoa se encolerizar. Não precisa deixar de gostar de uma personagem de desenho japonês isso é sua liberdade individual e ninguém tem nada a ver com isso. Mas tente ver se isso afeta sua vida de alguma forma, isso é fácil de identificar. Um bom exemplo é se alguém te pergunta se você gosta de anime ou hentai. Se você se incomoda a responder aí já um problema.

Enfim, pra esse tipo de postagem eu sempre gosto de ouvir uma segunda opinião. Então qual a sua opinião em relação a essa adoração por personagens? Você acha que em alguns casos é prejudicial? Comente e ajude a alimentar o debate.

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Milles, Knight of Anal Tyranny. O novo jogo que sacrifica o nº2 da MangaGamer.


A empresa MangaGamer anuncia mais uma visual novel nukige que vai sair em 25 de Abril desse ano. O nome do jogo se chama "Milles, Knight of Anal Tyranny", onde o próprio nome já sugere o que você vai ver nesse tipo de visual novel.

A protagonista da historia se chama Milles, onde ela acorda sem memorias no meio da floresta (a parada foi selvagem mesmo). Em busca de suas memorias e para a diversão do jogador ela adentra numa cidade qualquer e faz amizade com uma garota aleatória que se torna a melhor amiga dela. A amizade é bela, mas como isso não é um shoujo ai, logo acontece algo previsível.

Ela descobre que uma garota se sacrifica para um deus da floresta, onde o mesmo envia os seus tentáculos para se alimentar do seu fabuloso sacrifício, ou seja vai ser um massacre. E como qualquer historia de visual novel, onde se tem tentáculos não tem meio termo: se correr o tentáculo pega e se ficar o tentáculo come.

Se você não curte nukige, tentáculos, futanari e gritos irritantes (DAME!!!), recomendo não jogar esse jogo. Mas caso você goste de jogos mais pornográficos, o jogo pode te agradar, mesmo assim tem títulos melhores por ai que a MangaGamer vai lançar como Imouto Paradise.

link: http://www.mangagamer.com/detail.php?product_code=67

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